É raro, quase impossível. Mas às vezes, o improvável acontece: estar sozinho em uma onda perfeita nas Mentawais.
Foi o que viveu Petterson Thomaz em uma manhã mágica, daquelas em que o universo conspira, o swell acerta, e o barco ancorado parece ter parado no tempo.
“Acordei com o barulho das ondas quebrando ritmadas, cristalinas. Sem pressa, remei para o pico ainda na primeira luz. E ali estava: o line-up completamente vazio. Nenhum outro surfista no horizonte. Só eu, a prancha, e uma bancada produzindo tubos perfeitos, um atrás do outro.”
Vale o drop!
Fonte Petterson Thomaz















