O Challenger Series desembarcou em Newcastle, Austrália, e trouxe com ele um combo de frio, swell instável e uma vibe intensa de campeonato.
Representando o Brasil, Lucas Silveira chamou atenção já na primeira onda: um tubo limpo, técnico e muito bem surfado, cravando um dos momentos mais marcantes da competição logo de cara.
“Foi animal! Eu queria ter feito isso desde o começo, mas tem que ter culhão”, comentou Lucas, ainda eufórico depois da bateria.
O mar não estava fácil, séries inconsistentes e poucas oportunidades. Mesmo assim, ele foi cirúrgico, aproveitando ao máximo o que veio.
Em uma das baterias decisivas, a escolha por uma onda mais segura para backup se mostrou estratégica. Mas, mesmo com manobras sólidas, faltou aquela segunda nota que garantiria a virada. Por pouco, não avançou.
“É isso. Tem que ter homem a homem. Brazuca com brazuca. Pau!”, resumiu um dos integrantes da equipe, mostrando que, apesar do resultado, o espírito competitivo está mais vivo do que nunca.
Vale o drop!
Fonte Lucas Silveira











