As armas de Panda

Edinho Leite apresenta o quiver de Willian Cardoso para a perna australiana do Championship Tour.

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O quiver de Willian “Panda” Cardoso, feito pela Snapy Surfboards, para a perna australiana é composto por cinco modelos, com uma mescla de flexibilidade, feita a partir de tipos de blocos e laminação diferentes.

“Antecipamos um pouco a entrega das pranchas (12 delas) para poder usar parte desse quiver em uma viagem a Barbados. Foram as pranchas do dia a dia, as pequenas. A mais trabalhada foi a Willian Cardoso (WC), modelo que desenvolvemos em 2017 e com a qual obtivemos meus melhores resultados. Ela me deu um bom diferencial e vamos continuar trabalhando em cima dela, especialmente para ondas com espaço, como é o caso das ondas da Austrália no Tour”, explica Panda.

São sete pranchas desse modelo: três 6’1”, três 6’2”, sendo que duas delas round pin, assim como a 6’4”.

“Além delas, também levei a Fritas, um modelo para marolas que nunca tiro do meu quiver. São pranchas de alta performance. Trabalhamos a flexibilidade das pranchas com densidades de blocos diferentes, para quando precisamos de uma prancha mais flexível ou mais dura”, completa o atual 22º colocado do ranking do CT.

Segundo o próprio Snapy, esse trabalho de flexibilidade também é feito através de diferentes configurações de glass. Panda levou três 5’11” x 19,87 x 2,70 x 32 litros, todas swallow.

Panda também embarcou com duas The Code 6’4” (round), uma V3 6’6” (round), caso as ondas fiquem realmente maiores, e está usando também o modelo Ghost, de Pyzel, com quem Snapy tem parceria no Brasil. Por isso, para fechar a conta da perna australiana, fizeram cinco Ghosts, de 6’1” a 6’6”.